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17/03/2006 00:28

ENROLATION
Então, você acredita que rock n roll é fazer a platéia rezar a ave-maria, num show ridicularizado como "o sermão da montanha" (enquanto os músicos faziam força pra não dar risada da cara dos fãs otários); é fazer pose de messias, de salvador, de bom moço que vai mudar o mundo, apenas pedindo bondade a todos os governantes (inclusive ditadores sanguinários); é ser papagaio de político corrupto e baba-ovo dos poderosos, apertar a mão dos mafiosos da ONU, jantar com presidentes, desfilar nos salões do poder com um sorriso idiota na cara e fazendo o gesto de hippie; é agradar todo mundo pra ser unanimidade, como um político em campanha permanente pelo Nobel da Paz.
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É ser um poser canastrão aviadado da voz fina e fraca, se dobrando no palco como se estivesse com caganeira, e a bocona arreganhada pra engolir o microfone, chamando aquilo de "emoção"; ficar só fazendo baladinha mela-cueca e discoteca vagabunda com pop farofa pra tocar nas FMs pros criticuzinhos dizerem que "é uma superbanda de rock" ; cantar axé no trio elétrico em Salvador com Ivéti e o Ministro; falar as maiores merdas que só enganam o seu público de retardados ("meu sonho sempre foi conhecer Brasília") comer um churrasco na Granja do Torto pago com dinheiro público, posar pra fotos com o presidente ladrão e dar um violão de presente pra matar a fome dos pobres de todo o planeta; enfim, é ser o maior vaselina que já se viu, um arroz-de-festa que aparece em toda parte, paparicado por todos, sempre na mídia fazendo média com todo mundo, bajulado como um demagogo da pior espécie, sempre numa pose ridícula, empostada e pretensiosa.
Se pensa que isso é ser uma banda de rock, então você não sabe o que é rock n roll.
O U2 é a negação de tudo o que o rock significa, tanto pela música que eles não tocam (blues + country x agressividade = rock n roll) como na atitude que eles nunca tiveram: irreverência, despretensão, simplicidade.
Na moral: Rock n´Roll visceral e apaixonado é com os Honkers. Olha como o vocalista se entrega.
Qualquer criança de 9 anos com QI normal saca na hora que toda aquela pose é completamente falsa, patética, podre de dar vontade de vomitar.
Basta olhar pras fotos dos fanzocas do U2 e somar 2 + 2: são todos completos imbecis de pai e mãe, adolescentes e menininhas com cara de débil mental.
Uns manés alienados que não sacam nada da realidade do mundo que querem salvar, nem do falso messias que eles idolatram.
Alguém aí disse "devemos transformar o mundo em vez de compreendê-lo"? Sim, foi Karl Marx.
Não é coincidência que tantos fãs do U2 sejam uns cabecinhas-de-vento que não vivem no mundo real e acreditam
piamente em asneiras como "Bush = HITLER" ou "Capitalismo = NAZISMO" ou "América = DITADURA" e "o terror islâmico é provocado pelo Ocidente".
Quem admitiu isso foi um repórter da Folha, ele próprio fã do U2.
   
http://www.concurso_antimerdas.weblogger.terra.com.br/index.htm
Entre os músicos autênticos, os militantes de butique são alvos de cusparadas. Começando pelo mestre do cuspe, Johnny Rotten,
dos Sex Pistols, comentando Bono Bosta (eleito O Picareta do Século pelos roqueiros): Ele é ridículo. Toda vez que eu vejo o Bono
com aqueles óculos enormes de mosca e calças apertadas de couro, não consigo comprar a idéia. Eu não vejo aquilo como uma
solução para os problemas do mundo. Ele fica esmagando os testículos em calças apertadas pela paz mundial.
Punk mesmo foi a queimação que ele levou ao vivo da Patti Smith. Quando o cara apareceu na tela de um programa de auditório
com aquele sorriso falso, chamando a Poetisa do Punk de "minha irmã e musa inspiradora" Patti foi mais direta: "Vá se foder."
E enquanto tocava "I stiiill haven't fooound what I'm looking fooor" ela rebatou o título da baba das FMs:
"Espero que você nunca encontre o que procura, sucker."
O CU2 não inspira respeito em nenhum rocker de verdade. Aquele inofensivo grupelho de armação fabricado pela indústria não tem moral
com ninguém que saiba o que é rock & roll - ou que simplesmente saiba a diferença entre música de verdade e poses vazias.
Às vezes dá pra sacar um poser só pelo nome artístico, pomposo e metido a besta: "Prince" (o Pequeno "Príncipe" depois trocou o nominho por um símbolo, noooffa...) "Bono Vox" ("Boa Voz", que patético) ou "The Edge" ("O Limite", quá quá quá). Só se for pra ninguém dizer que o rei está nu: o vocalista tem voz de mosquito e o guitarrista só faz a guitarra chorar - de pena.
E dá-lhe farsa de político de 5ª categoria: a imprensa daqui até lhe deu o apelido de BONO VOTO ; eles lançaram não uma, mas 2 babas em homenagem a Martin Luther King em 2 discos diferentes pra vender a mesma choradeira 2 vezes. Pra conquistar o mercado
ianque, regravaram outra baba com um coral gospel que os fãs mongolóides declamam como "um hino".
( Yeah, só faltou os nerds botarem a mão no peito, olhando a bandeira... muuuito rock )
Fizeram videoclipes dirigidos por Wim Wenders pra tirar onda de cultos & refinados e um filmeco no cinema em preto & branco
pra dar um ar "sério" e no final o panaca ordenar á multidão de patetas: "Em nome do reverendo Martin Luther King, digam:
'Nunca mais ! Nunca mais !' " - e os babaquinhas repetem que nem papagaio: 'Nunca mais ! Nunca mais !'...
Então vamos lá, galera: cantem com o poser, evribári !
"En-ro-leei-xiooon, En-ro-leeei-xiooon"...
Zé Ninguém, 9 anos, é vocalista e guitarrista da banda punk infantil Os Cobaias.
E cospe nos posers desde o berçário. YEAH!
enviada por Zé Ninguém
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