ALVO HUMANO

03/05/2006 13:54






A MAIOR FARSA DA HISTÓRIA



John Lennon: “Os Beatles eram uma farsa. A gente se vendeu. Para ser o que os Beatles foram é preciso se humilhar completamente,
e é disso que mais me arrependo. Você precisa ser um canalha para chegar lá. É um fato, e os Beatles foram os maiores filhos da puta do mundo.”

– entrevista gravada para a revista Rolling Stone em dezembro de 1970, publicada no livro “Lembranças de Lennon” (“Lennon Remembers”)



¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ ¨ THE BICHAS



Era uma vez uns caras da pesada, vestidos de couro preto e tocando um rock da pesada, num inferninho em Hamburgo, para uma platéia da pesada de alemães bêbados. Com 3 shows por noite, ficavam de pé à base de bolinha. E logo partiriam pras drogas muito mais pesadas que apenas anfetaminas. Até que um empresário vigarista os convenceu que isso não dava grana, e o lance mesmo era engrupir o povão parecendo ser exatamente o oposto do que eram (nasce um otário a cada minuto) e eles logo se travestiram de inocentes rapazes ingênuos e inofensivos, mudando ao avesso as roupas, cabelo, música e imagem pública. Com aparência de débeis mentais e fãs idem, faziam vocais afeminados e comportamento inofensivo de tão cretino. Os pais aprovaram e a mídia deu sinal verde: estava pronta a primeira grande armação da História da indústria musical. A maior de todas.







Depois de se vestirem de palhaços, fazerem desenho animado e posarem com bichinhos de pelúcia, eles se trancavam no banheiro dos hotéis pra fumar maconha e tomar LSD. Ou heroína, no caso de Lennon. Gravaram um álbum pateticamente pretencioso, misturando pop c/ orquestra sinfônica (início da frescura do “rock sinfônico", "rock progressivo", “rock elevado a arte", "ópera-rock" o que, convenhamos, não tem NADA a ver com rock n roll), com uma faixa numa frequência só ouvida por cães (música para cachorros) e outras viadagens. E filmes inacreditavelmente podres, como Magical Mistery Tour onde realmente se vestem de bichinhos de pelúcia.
É a apoteose da retardadice. Viu no que dá tomar tantas drogas?








Mick Jagger, no documentário 25 X 5: “Eles eram tão cínicos quanto nós. Foi a partir daquela época (anos 60) que a música ficou em segundo plano. O que vende discos mesmo não é a música, é a imagem pública dos músicos. E eles se intoxicavam mais até do que a gente. (...) Mas precisávamos ser diplomáticos, pois parte do nosso sucesso era a falsa rivalidade entre Beatles e Rolling Stones. E o público todo acreditava... nem sabiam que nosso empresário foi relações-públicas dos Beatles.
Antes de lançar um disco, um telefonava pro empresário do outro, pra não haver choque. E saíamos juntos na night.”


Sid Vicious: “Nunca caí naquela encenação. O 1° sucesso dos Rolling Stones foi escrito por Lennon & McCartney.”
(“I Wanna Be Your Man” escrita especialmente para os Stones em 1963)


Lennon: “O sonho acabou. Eu não acredito nos Beatles. (...) As únicas músicas verdadeiras que compus foram “Help!” e “Strawberry Fields”.
Estava cansado de ser coadjuvante de McCartney. (...) As drogas foram um mau negócio em que todo mundo embarcou. Não foi divertido. E me destruí.”









Entrevista inédita revela um Lennon "de saco cheio" de McCartney


Agência EFE 03/12/05 As explosivas declarações foram feitas em entrevista para a revista Rolling Stone em 1970, ano em que o grupo se desfez, mas só agora a emissora britânica decidiu recuperá-la, transmitindo-a neste sábado. Os fãs dos "fab four" poderão escutar, em breve, Lennon atacar seu mais famoso companheiro.

"A verdadeira razão do fim dos Beatles? Bem, os funcionários da banda eram uns parasitas."

Paul McCartney: “Porco falsário.”

Ainda na entrevista, o músico e compositor também critica o círculo de pessoas que acompanhavam a banda, o qual qualifica pejorativamente de "Roma portátil" de dinheiro, sexo e drogas e à qual todos "queriam pertencer". Mas, ao mesmo tempo, pede que não lhes tirassem esse império particular, "onde nós podemos ter casas, carros, amantes, esposas, festas, bebidas e drogas".







Lennon considera que esse círculo foi nocivo para ele e sua segunda esposa, Yoko Ono, e chega inclusive a afirmar que ambos
acabaram consumindo heroína pela convivência que tiveram com os Beatles e com as pessoas ao redor do grupo. "Nós sofremos muito", revelou.

(E como: em vez de trabalhar, passou 5 anos sem sair de casa, se drogando todo dia e chamava a imprensa pra
documentar suas relações sexuais com o dragão japonês – "Make love, not war" – eu preferia ir pra guerra )

O artista apresenta na entrevista uma imagem bem diferente da aura de "bons meninos" que marcava a banda
especialmente no início da "beatlemania" e revela alguns detalhes íntimos da vida do grupo durante as turnês.

"Se não desse para arrumar uma 'groupie', você pegava uma prostituta", confessa.

Segundo Lennon, há fotos nas quais ele aparece se arrastando, de joelhos, à saída de um prostíbulo de Amsterdã.







Tudo em volta dos Beatles cheirava a enganação. O guru dos caras foi o maior picareta da História: Osho Rajneesh, vigarista processado por charlatanismo, perversão
e lavagem cerebral, entre 35 acusações, e condenado a 10 anos de prisão. Outro beatlemaníaco famoso era Charles Manson (t.c.p. Jesus Cristo, t.c.p. Satã) o psicopata com a cara mais assustadora do mundo. Inspirado na música dos Beatles “Helter Skelter” o charlatão líder de outra seita de lavagem cerebral assassinou Sharon Tate, esposa de Roman Polanski, que estava grávida, bem como mais uma dúzia de pessoas. Anunciando “a Nova Era”, a Família Manson exterminou definitivamente o movimento hippie. (embora o cadáver continue a feder num certo país subdesenvolvido com fama de ser o esgoto do mundo)


O sujeito que cantava o poder do amor abandonou o próprio filho e a 1ª esposa. Traumatizado, Julian Lennon se ressentiu do abandono do pai tão profundamente que para consolá-lo McCartney compôs “Hey Jude”. Enquanto cantava o hino comunista “Imagine um mundo / sem posses” o magnata John Lennon circulava de limusine entre suas 7 mansões – numa cidade infestada de mendigos. Bom esquerdista, Lennon contribuiu para grupos violentos como o IRA e os Panteras Negras. Chegou a ser investigado pelo FBI por isso. Mas o que queimou o filme foi a partilha da grana. Até hoje, o dinheiro da gravadora Apple é disputado na Justiça entre Yoko Ono e os ex-colegas.


Revista Bizz: E o que lhe restou daquela viagem toda?

George Harrison: Uma carteira vazia. (risos)

Revista Veja: (deve ter gastado tudo em passagens para a Índia)



Um exemplo da “poesia” dos chapadões dos anos 60:

(“Dear Prudence” de Lennon & McCartney)

O sol está alto / O céu é azul / É tudo bonito / E você também

Que porra você quer que eu pense de uma merda destas? Quando tinha 8 anos, eu teria vergonha de escrever essa abestalhação e chamar esse cocô de “poesia”.









Paul McCartney ao receber a notícia da morte de Lennon: “É chato, né?”


O mais babaca da turma é sempre um beatlemaníaco.
Mark Chapman
acreditava mesmo em seu guru, como toda a geração de adolescentes ingênuos
que pensavam desafiar as autoridades esfregando na cara dos guardas uma foto de seu messias Lennon.

Até que... bem, em 1977 o Movimento Punk destruiu a reputação dos “deuses”, desmascarou toda a farsa daquele mundinho da fantasia, mostrando que todos os ídolos têm pés de barro, e virou os conceitos de cabeça pra baixo. De repente, virou um mau negócio ser um astro consagrado. Pior pra Lennon. O mais superestimado, babado e idolatrado de todas as estrelas virou um alvo fácil. Das críticas dos punks á decepção de seus próprios fãs.

The Clash: "London Calling / now don't look to us / Phony beatlemania / has bitten the dust" ("A farsa da beatlemania / já virou cinzas")
"London Calling" (1979) o histórico testamento das ilusões enterradas ao fim da contracultura.







Eis o perigo de se manter uma farsa: alguém pode se desiludir. E ninguém gosta de se sentir enganado. Quanto maior a altura do ídolo... Bem, depois de acertar as contas com seu ex-messias, o demente se saiu com essa: ‘Ei, Yoko, eu não matei uma pessoa. Eu só atirei num pôster, numa capa de disco.”

Mas não se deve subestimar sua inspiração para golpes de marketing. Antes de apagar seu ídolo, Chapman pediu-lhe um autógrafo – e depois vendeu a relíquia
por uma fortuna para os mesmos fãs otários, que pagariam milhões ao assassino pelo “último autógrafo de Lennon.”
Golpe por golpe, ri melhor quem ri por último.

A lição que os outros ídolos da música pop tiraram disso foi nunca levar a enganação até o limite do endeusamento. Mick Jagger faz questão de frisar que é só um funcionário da indústria do entretenimento. “Sou um empresário, e meu negócio é divertir a platéia, OK? Chega de pose e escândalos forjados. Isso é só trabalho.
Não sou nenhum poeta, profeta ou salvador.” E se alguém não entender o recado, os seguranças explicam.




Abaixo, inspirado por "So it's Christmas" o presente que Papai Noel largou para os bundinhas que acreditam no Natal e no futuro ou na salvação da Humanidade







Claro que a trapaça não parou com a morte. Pelo contrário: os mortos vendem mais. Como disseram os Sex Pistols, “the swindle continues.” Como os outros caras precisam pagar as contas das mansões e dos iates e garantir o uísque das crianças, tiveram que raspar o fundo do tacho. Até relançaram “Yellow Submarine” um disco tão ruim que fora renegado por eles e apagado da discografia oficial. A faixa-título é o hino dos mongolóides: a trilha sonora perfeita pra meter o sorvete na testa.


E “Ô-blá-di-ô-blá-dá” foi eleita a pior música de todos os tempos na net. Bom, se não há mais gravações inéditas, fizeram o cúmulo da vigarice: gravaram uma “nova música” dos Beatles com o falecido! “Free as a Bird” era uma gravação de Lennon cantando no chuveiro, devidamente remasterizada com os 3 patetas tocando por cima. Realmente, um feito inédito na História da necrofilia. Em matéria de charlatanismo, eles se superam.




Piada do Robô (tira de quadrinhos) com seu amigo nerd:
“Oba, comprei mais uma caixa de CDs caríssima dos Beatles.”
“Ué, mas você já não tem umas três iguais?”
“É, mas essa tem uma remixagem num trecho que dá pra ouvir o Ringo arrotando.”


Coronel Tom Parker
(empresário de Elvis): “O bom do negócio é vender a mesma merda mais de cem vezes.”


Johnny Rotten: “Enquanto houver jovens inseguros, carentes e desesperados por acreditar em ‘heróis’ e gastando a grana dos pais,
haverá a industria do rock fabricando falsos ídolos pra levar o dinheiro desses crentes trouxas.”



Ou como diz aquele sambinha: “Malandro é malandro mesmo / E o otário / é otário mesmo”


Musicalmente, eu considero os Beatles apenas a 5ª pior banda do mundo, atrás (ou á frente) apenas do Pink Floyd, Queen, Guns n Roses e CU2. Mas em termos extramusicais (hipocrisia, imbecilidade, retardadice, futilidade, pieguice extrema, consumismo estéril exacerbado até na venda de perucas, etc) e pela catastrófica influência que exerceram sobre a história da música pop (e degenerando todo o rock desde os anos 60) não tenho dúvidas em apontar os Beatles como A Pior Banda de Todos os Tempos. O fundo do poço da cultura ocidental.


Que o Diabo os carregue a todos. Junto com as limusines, os charlatões amadores, os vigaristas profissionais e as fãs debilóides que perseguiam os bundões pelo parque até comer a grama que os cuzões pisavam, junto a merda na sola dos sapatos.




Zé Ninguém só idolatra Marcelo Nova e Johnny Rotten – justamente porque eles o ensinaram a
NUNCA confiar em ninguém – principalmente em estrelas do show business.







enviada por Zé Ninguém






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